BRASIL, Sudeste, SANTO ANDRE, Mulher, de 20 a 25 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Música, Cinema e Vídeo
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O que é isto?
 
 
Luz no fim do túnel



Espontaneidade e possibilidades...
 

De volta à ativa, tentando burlar alguns trabalhos atrasados e a um passo de começar a terapia, tenho de encarar um problema que me incomoda há anos: ser espontânea!
Nossa, como é difícil ser autêntica! Até porque eu [e talvez quase ninguém] não fui educada pra isso... Se quisesse o carinho de alguém teria de ser muito boazinha para merecê-lo, e olhe lá... Mas não consigo ser assim! Estou longe de seguir um comportamento padrão ou mesmo mudar minhas atitudes de uma hora para outra só para agradar, mas toda essa espontaneidade tem um preço, e não é barato: muitas pessoas começam a classificar você como sendo algo nocivo a elas, e o desprezo é a conseqüência mais certa e destrutiva para uma pessoa carente (como eu, por exemplo...).
O ideal nisso tudo seria realmente não se importar com o que os outros pensam sobre você (tarefa tãããão difícil!), até porque ninguém tem o poder de adivinhar o que se passa pela sua cabeça. Quando essa encanação some, a sensação é de força e, a partir disso, as pessoas terão prazer em estar ao seu lado! E eu queria tanto que isso acontecesse... Na minha sincera opinião, ser espontâneo é abrir possibilidades para que os outros conheçam você melhor e possam avaliar, assim como você em relação a eles, se é mesmo bom ou não estar ao seu lado.

 
Símbolo da espontaneidade do cinema: Julia Roberts (sempre!) em Erin Brockovich, Uma Mulher de Talento e Rodrigo de la Serna, como Alberto Granado em Diários de Motocicleta.
 
 


Escrito por Eu mesma às 09h16
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Amor?

Chamam de amor a uma porção de coisas que não são amor.

Enquanto a humanidade não definir o amor, enquanto não perceber que o amor é algo que independe

Da posse, do egocentrismo, da planificação, do medo de perder, da necessidade

De ser correspondido, o amor não será amor.

 

Pedro Bloch



Escrito por Eu mesma às 13h47
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Pensamentos de um sábado à tarde... que chuva!

O que se pode fazer em um sábado metade ensolarado, metade chuvoso em plena semana de auditoria externa (o pior evento profissional do ano, pelo menos para mim...)? Trabalhar, claro! E quem sabe uma folguinha para escrever em um blog quase morto. Aproveitem que hoje, apesar de tudo, eu estou de bom humor. Pois é, a tal da auditoria vai ser sexta que vem, dia 24. 24 que não é 11, mas que vai ser um dia memorável em setembro: estréia (pelo menos prevista) do tão esperado novo filme do Pedro Almodóvar, A Má Educação, com o lindão do Gael “loiríssima” e no salto alto!!! Segundo informações quase seguras, este também será o dia em que o U2 irá lançar seu primeiro single (chamado Vertigo) do novo CD, que eu ainda não sei o nome, mas deverá ser algo do tipo: “como desarmar uma bomba atômica”...! Tem tbm também o vozeirão da Fernanda Porto aqui pertinho da minha faculdade dando uma canja ao vivo e à cores no Sesc e o mais incrível do dia: às duas horas da tarde (horário de Londres), minha amiga (por parte de namorado) vai se casar!!! Isso seria um fato comum, se não fosse uma história maluca: a moça saiu do Brasil noiva, de apartamento quase comprado e foi  “em busca de novas aventuras”, digamos assim, para Brighton, Inglaterra. Chegou lá, se virou um pouquinho, conseguiu um emprego foda e um novo “namoradinho”. Deixou o ex-amado brazuca a ver navios (ou aviões) e tratou logo de laçar o “little boy”. Por isso que eu digo sempre: tente, invente, vá para um país diferente!

 



Escrito por Eu mesma às 10h19
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Pensamento do dia

...a vida não faz sentido, é apenas uma história confusa imaginada por um louco...

Macbeth, Shakespeare

 



Escrito por Eu mesma às 10h56
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Carência revoltante

Estava relendo alguns emails, dentre eles, um que enviei há pouco tempo para um velho amigo. Ultimamente estou tendo um flash pelo mesmo tipo de revolta, e sei que ainda vou passar por ela diversas vezes em minha vida. A resposta dele foi à altura, mas não vou postá-la, por confidencialidade e respeito, porque pessoas como nós deveríamos merecer no mínimo respeito.

 

“...o problema é que eu sou muito sincera. E isso tem conseqüências graves: fere, machuca. Sábado passei por uma situação delicada e uma amiga minha disse que eu deveria superar aquilo e ser simpática com quem eu odeio, pq é a vida é assim mesmo. Saí do lugar com uma puta vontade de vomitar pelo o que eu tinha feito (agradar meus desafetos), mas com a terrível sensação dos futuros comentários: "nossa, como ela tava simpática, nem parece a general de sempre!" Ou seja: atuação perfeita! Eu não sou atriz, meus sentimentos não são papéis decorados de uma peça barata. Sou assim mesmo: sincera, maníaca, sem noção, pessimista, idiota, óbvia, e principalmente chata, muuuito chata. Se quiserem alguém diferente, procura na Internet, que tem seres perfeitos à procura de outros mais perfeitos ainda. Porque Jesus não foi perfeito, Deus muito menos, perfeito mesmo é aquele cara que você conheceu ontem no chat da Uol... "ai, fulano não existe!" Ah, faça-me o favor né? Odeio a humanidade, bando de hipócritas interesseiros. Lembrei-me de um email que vc falava de Schopenhauer. Aquele amigo sim era perfeito, hoje você é normal, é real, e pode tampar minha boca com a sua mão pra eu não falar mais besteira. Porque o humano, além de tudo, é de carne e osso!”

 



Escrito por Eu mesma às 16h06
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Mulheres, mistério e magia

 

Enquanto uma deprê não vem, vou falar do filme que assisti (e assistirei quando eu quiser, pois o Lu comprou-o!) ontem.

Depois de um penúltimo final de semana regado à Crime do Padre Amaro, Perdas e Danos, Infidelidade e outras coisa que só comento depois das dez, eis que o último foi mais ameno, afinal foi dia dos pais e, apesar de eu ter brigado com o meu, foi bem melhor do que eu esperava.

Enfim, não se trata de um filme propriamente dito, mas As Brumas de Avalon foi uma minissérie adaptada da TV para o DVD, mas que ficou absolutamente fantástico no que diz respeito à produção, fotografia, efeitos especiais, etc (lembra Senhor dos Anéis).

A lenda do Rei Arthur é uma das mais conhecidas do mundo, a que mais gerou livros e filmes e a que eu mais gosto também. As Brumas... na verdade é uma adaptação do livro homônimo de Marion Zimmer Bradley. Extremamente feminista, Marion acabou recontando a lenda sob o comando-mór das mulheres, deusas e sacerdotisas da lenda. Tanto que Morgana é a heroína da história, Viviane é a supra-sumo de Avalon, Guinevere é a católica passivona (!!!) e Morgause é a tia vilã. Já os homens, apesar de lindos, eram meio bobões, inclusive Arthur, o grande rei de Bretanha!!!

Calma, não estou detonando, gostei muito do DVD, a adaptação do livro é perfeita (ao contrário de Tróia!!!), apesar de apresentar uma visão preconceituosa em relação ao incesto (coisa muito comum quando surgiu a lenda) e uma surubinha básica para apimentar um pouco a coisa... Mesmo assim, o filme é um bom começo pra quem não sabe nada de Rei Arthur. O elenco é visualmente tudo: Viviane, a Dama do Lago, é a eterna Mortiça da Família Addams (Anjelica Huston) e a Morgana (Julianna Margulies) é a linda enfermeira do Plantão Médico, aquela que gostava do George Clooney, além dos lindões Michael Vartan (Lancelot), o par romântico da Drew em Nunca Fui Beijada, Hans Matheson (Mordred) que não é muito conhecido e Edward Atterton (Arthur), que atuou em O Homem da Máscara de Ferro. Ai, ai...



Escrito por Eu mesma às 10h14
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Ciúme, segundo especialistas

Você já fez alguma cena de ciúme?

Recebi o seguinte e-mail de uma leitora: “Meu marido chegou atrasado em casa, quando tínhamos uma festa nos esperando. Enquanto ele tomava banho, recolhi sua cueca e vi que estava suja de sêmen. Fui sozinha à festa e depois ele chegou. Quando o vi, bati na cara dele, na frente de todos. Ele revidou e foi aquela baixaria...”

Como será que homens e mulheres reagem quando algo semelhante acontece? Pensando nisso, lancei a pergunta no meu site: “Você já fez alguma cena de ciúme? Como foi?” O placar foi: 84% responderam Sim; 16%, Não. Pelo jeito, a maioria das pessoas já perdeu a cabeça com medo de perder o parceiro. Selecionei algumas respostas:

“Num restaurante, meu namorado olhou para uma garota que passava (mais precisamente para a sua bunda). Como percebi e já estava meia alta, levantei-me e joguei o resto do vinho de minha taça nas pernas dele...”

“Quando vi minha namorada ser olhada várias vezes por outro cara, gritei, esbravejei, xinguei e fui embora.”

 “Meu namorado estava comigo numa festa e depois chegou sua ex-namorada. Fiquei super na minha e segura. Porém, em determinada hora, vi-o conversando animadamente com ela. Imaginei que estavam combinando um encontro. Quebrei o maior pau com ele. Pela reação dele, e pelo seu modo de ser, vi que não era nada daquilo, fiquei muito sem graça; perdi a espontaneidade. E como todo mundo sente a energia do ambiente, a ex dele passou a ser a segura da festa.”

“Foi durante uma festa de casamento. Percebi que o garçon, que estava nos servindo, olhava de maneira indiscreta e lasciva para a minha namorada. Fiz uma cena que jamais imaginei que faria. Hoje tento me controlar mais. É uma situação terrível e constrangedora, ao mesmo tempo que é quase incontrolável.”

“Estávamos em um baile e uma moça bêbada veio pedir para o meu noivo dobrar a manga da blusa dela e começou a cercá-lo num canto da parede. Ele ficou super sem graça e eu enfiei as unhas no braço dela e gritei: “larga”... Hoje me arrependo, tenho até vergonha disso, mas na hora é incontrolável!”

“Fomos a um shopping no sábado à tarde, para comprar tênis para o nosso filho caçula. Eu fiquei vendo umas lojas, e o meu marido foi com as crianças para a loja de tênis. Quando cheguei lá, ele estava pagando a compra e a vendedora e a caixa se derramavam em cima dele, brincando, rindo, pedindo telefone. Eu já entrei furiosa, dando o maior vexame, perguntando se ele tinha encontrado alguma amiga de infância da minha sogra. A caixa ainda teve a cara-de-pau de explicar: ‘Desculpe, dona, é que sábado é o dia dos pais descasados fazerem compras para os filhos e como o seu gato estava sozinho, a gente achou que podia atacar...’ Depois, ainda agüentei muita reclamação dele e risadas das crianças.”

Poucas pessoas não consideram o ciúme como parte do amor. Há quem acredite que sem ele não exista o sentimento. Essa é mais uma daquelas afirmações que as pessoas repetem, sem nem saber bem por quê. Por ciúme se aceitam os mais variados tipos de violência contra o outro, sempre justificados em nome do amor, claro. Entretanto, penso que qualquer atitude ciumenta é um desrespeito à liberdade do outro.

A visão equivocada do ciúme na relação amorosa, origina-se da forma como o adulto vive o amor – muito semelhante à relação amorosa entre a criança pequena e a mãe. A criança sempre se sente ameaçada de perder o amor da mãe, mas ela tem um motivo real para isso: necessita de cuidados físicos e emocionais. Sem esse amor, ela perde o referencial na vida e fica vulnerável à morte física. Para se garantir, deseja a mãe só para si e, então, se mostra controladora, possessiva e ciumenta.

Porém, quando crescem, todos imaginam que se tornaram independentes. Basta, no entanto, entrarem numa relação amorosa para, por meio da pessoa amada, tentarem resolver todas as necessidades infantis que pareciam superadas. O antigo medo infantil do abandono reaparece, e em tudo se reedita o modelo de vínculo primário que havia com a mãe. Acrescente-se a isso as idéias tão propaladas na nossa cultura de que o amor é a solução para todos os problemas, e o convívio amoroso a única forma de atenuar o desamparo. A pessoa amada passa a ser imprescindível. Como se fosse natural, aceita-se que o controle, a possessividade e o ciúme façam parte do amor.

O ciumento, geralmente, é quem apresenta duas características fundamentais: baixa auto-estima e incapacidade de ficar bem sozinho. Quem é inseguro, não se acha possuidor de qualidades e tem uma imagem desvalorizada de si próprio, teme ser trocado por outro a qualquer momento. Para evitar isso, restringe a liberdade do parceiro e tenta controlar suas atitudes. Só quem acredita ser uma pessoa importante não sente ciúme. Sabe que ninguém vai dispensá-lo com tanta facilidade. E se tiver desenvolvido a capacidade de ficar bem sozinho, sem depender de uma relação amorosa, melhor ainda. Pode até sofrer em caso de separação, mas tem certeza de que a vida continua.

Regina Navarro Lins



Escrito por Eu mesma às 09h44
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Os meus vários erros (provavelmente parte I)

"Eu quis dizer, você não quis escutar
Agora não peça, não me faça promessas"
 
Eu adoro falar, falo mais que devo, e adoro quando me escutam e comentam o que digo. Mas nem sempre é assim, aliás, quase nunca é assim. Por isso mesmo vou ficar um tempo de boca fechada: "aceito tudo, amo todos, faço qualquer coisa", esse é que deve ser o meu lema nos próximos dias. Calma, eu não sou assim, ao contrário, sou muito pior que tudo.
Bom, hoje estou me sentindo como aquelas madames chiquéééérrimas em dia de funeral, com direito àquele chapéu preto lindo e tudo. Estou no topo, mas sentindo a perda de várias coisas.
Acho que falei demais, de novo.
 
 
"Todos se afastam quando o mundo está errado
Quando o que temos é um catálogo de erros
Quando precisamos de carinho
Força e cuidado"


Escrito por Eu mesma às 15h41
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Intento

A los ojos castaños otoñales

 

Tengo ganas de repetirme,

de repetir los días y las noches.

 

Tengo ganas de repetirme

y por esto me quedo a buscar

alguna renovación,

 

pero creo que no existe una

lengua

capaz de traducir mi imperativo:

 

Tengo ganas de repetirme

porque deseo verte aún.
 
By Leonardo de Barros
 


Escrito por Eu mesma às 10h07
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E olha que eu ia falar sobre ciúmes...

Amor
É como a rosa num jardim
A gente cuida,a gente olha,
A gente deixa o sol bater pra crescer, pra crescer
A rosa do amor tem sempre que crescer
 
 
Elis é o máximo, eu gosto muito, apesar de escutar pouco. O mesmo é com Milton Nascimento, eu adoro a voz dele, as músicas... E Zélia Duncan? Nossa, essa mulher é dez! Isso sim é MPB (Música Popular Brasileira) e não a Muita Porquêra Brasileira, como Chico "Chato" Buarque ou Gal "Sapa" Costa. Essa é a minha opinião, mas (me desculpem os antropofágicos de plantão) música boa pra mim são as inglesinhas/americaninhas velhinhas... Esse mês por exemplo estou na linha Echo and the Bunnymen (até porque o vocalista Ian Mcculloch e alguns de sua trupe estarão se apresentando amanhã no Directv...) e Human League. Tem um filme: "Amores Eletrônicos", que é um pipoca de 1984, tem um trilha sonora muuuuito legal e eu tô louca pra assistir mas que não acho nem por decreto!
Enfim, mas de filmes preferidos eu falo outro dia, por enquanto eu vou listar os álbuns que eu quero adquirir nesse momento. Quem tiver alguma coisa, grita!
 
- Platinum 80's - Coletânea
- The Very Best Of - Human League
- The Queen Is Dead - The Smiths
-  At Worst... The Best Of - Boy George and Culture Club
- Live in Liverpool - Echo and the Bunnymen
- Pop Art - The Hits - Pet Shop Boys
- The Best Of - The Pretenders
- Memorabilia - Soft Cell / Marc Almond
- Headlines And Deadlines - A-ha
- The Singles 86-98 - Depeche Mode
- Echoes - The Best of... - Pink Floyd
 
Ah, tem os nacionais básicos, mas esses são bem mais fáceis de encontrar...
 


Escrito por Eu mesma às 10h14
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Mico de presente

Hahahahaha, essa foi boa!
 
De repente uma pessoa entra na sua vida e surge uma boa amizade. Preferências, medos, angústias, poemas, datas de aniversário... é preciso compartilhar tudo para que essa amizade possa crescer ainda mais, afinal, não é sempre que pessoas especiais (com um toque de estranheza e diferença...rs) aparecem assim. Eis o dia feliz: é o aniversário do ser, é bom mandar um cartão, um poema temático, deixa pra ligar no fim da tarde. Como se quisesse estragar tudo, o chefe enche sua mesa de trabalho, "xi, não vai dar pra ligar... será que a mãe dele vai chamar a gente pra um bolinho básico". Do nada, o chefe sai pra uma reunião de última hora... "ufa!". Ligo pra casa do indivíduo e a mãezona atende "Ah, ele foi pra São Paulo." Ok, o certo seria ligar direto para o celular dele:
- Alô?
- Oi! Parabéns...
- Aiiii... espera mais um pouquinho, deixa pra falar isso no sábado!
- ...
- Faz de conta que você não falou nada...
- O quê? Num credito!!! Mas eu mandei emails...
- ...
- Faça assim: se você ver algum email com o meu nome na sua caixa, deixa pra abrir no sábado... meu, que gorila!!! (O mico foi grandão...) 
- Meu, desencana, vai, tudo bem, pelo menos a gente se falou, tava com saudade!
- Ah, é? Quem é a Rê?
- Êêêêê!!!
- Tá bom, tô brincando... O pior é que tem teatro com a galera no sábado.
- Ahhhhh, vai lá, depois você me fala se é legal.
- Ah tá, igual àquele filme que você ia ver comigo, né? Você foi com a Rê?
- Sim, Srta. Passional! (Tem coisas que nunca mudam!)
- Ok, depois a gente se fala, então...
- Beleza, fique bem... Beijão.
 
Conclusão: não tem, tô com vergonha!
 
NÃO PERCAM: em breve um novo link espetacular!!! O terrorismo está voltando...


Escrito por Eu mesma às 16h25
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A noite que não terminou

 

Nesta última semana me deparei com Sabino, em Encontro Marcado, bom livro. Trombei com Cazuza também... hiper apaixonado, e depois comigo mesma. Tive um fim de semana ótimo e algumas lembranças rodearam minha mente, lembranças boas de um tempo ruim, enfim, misturei tudo isso, a salada virou um post, cheio de intensidade.

 

"De tudo ficaram três coisas:

a certeza de que ele estava sempre começando,

a certeza de que era preciso continuar e

a certeza de que seria interrompido antes de terminar.

Fazer da interrupção um novo caminho,

fazer da queda um passo de dança,

do medo uma escada,

do sono uma ponte,

da procura um encontro."

Fernando Sabino

 

"Ai, tô com uma vontade de amar... Mas não um amorzinho descompromissado, mas algo como eu nunca tive na vida. Queria que todo esse encontro mesclasse dois em um e atingisse o máximo do sentimento, o mais íntimo e violento, o puro e ardente, como se quisesse me fazer chorar, como se nunca mais fosse tê-lo novamente... Queria transformar isso tudo em poesia, mas como disso eu desconheço, prefiro ficar com o cheiro, o gosto, a dor, do que pode ser, mas que nunca mais será."

 

Eu mesma

 

Isso tudo me trouxe uma lembrança muito boa mas com um toquezinho amargo, como aquele doce muito bom que você experimenta, mas por ser extremamente caro, você acaba sentindo um gostinho azedo no final... Mas como era bom! Na verdade, a gente pode tudo na vida, por mais que isso vá doer, inclusive fazer loucuras por amor. O que mais atrapalha nisso é o medo, nossa, como o mundo tem medo... eu por exemplo tenho vários, mas de um eu consegui perder naquela noite: o do arrependimento. 



Escrito por Eu mesma às 14h31
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Respeitável público!!!

Ano de eleição é sempre sinônimo de palhaçada: papéis jogados no chão e em todo lugar, muros pintados, banners em tudo quanto é farol, poste de iluminação e outros, interrupção naquilo que já não é muito bom (a TV...) e um bando de palhaços dizendo que vai transformar o Brasil em Suíça. Na minha querida cidade por exemplo, praticamente só existiram dois prefeitos: o Brandão-Véião e o(a) Celso Daniela. Quando um perdia, o outro ganhava e vice-versa: não dava pra mais ninguém. Pois é, mataram o prefeito aspirante a bailarina e o vice dele tá se aproveitando da situação pra ser “a próxima vítima”. O outro candidato é o Brandão (lóóógico), que se aproveitou mais ainda e provavelmente será prefeito até ter a mesma sorte do outro(a). Existe mais um outro candidato que eu só vou citar aqui a título de curiosidade: Dr. José Dílson. Isso mesmo minha gente: o médico do Ratinho!!! Afe! O pior é que uma tia que trabalha em um órgão público falou que esse cara deve até as cuecas furadas... Mas quando eu pensava estar perdida neste circo, abro a Folha de São Paulo: “Zé do Caixão vai disputar vaga na Câmara de São Paulo". Pra quem não acredita...
 
Um cineasta cult de aparência diabólica que quer "exorcizar as forças negativas" da cidade. Um grafiteiro grandalhão com cabelo moicano que promete não dar paz aos pichadores. Um sujeito que teve seu jegue seqüestrado e busca de todas as maneiras recuperar o animal para mostrar que paulistano "trabalha feito jumento" e "recebe como burro". Essas são algumas das figuras que vão tentar garantir uma vaga na Câmara Municipal de São Paulo nas eleições.

A mais conhecida delas, José Mojica Martins, 68 anos, vai encarnar seu personagem, Zé do Caixão, abrigado no nanico PTC, e diz contar com o apoio de seus admiradores para sair vitorioso. "Realmente, fui incentivado pelos fãs", diz. Ele é reconhecido por causa de seus cerca de 150 filmes trash de terror.

Sem a fama do concorrente, o grafiteiro Gleyson Lima Dias, 29 anos, diz contar com seu prestígio no Capão Redondo, na Zona Sul, para vencer em outubro. Ursão, como é conhecido por causa de seus 1,90 m e 120 quilos, é candidato do PP, partido de Paulo Maluf, de quem é eleitor.

Ursão quer virar vereador para tentar aprovar na Câmara uma lei que obrigue pichadores a fazerem trabalho pesado. "Se o cara gosta de sujeira, vai ter de trabalhar na sujeira, limpando bueiro."

Antes de começar a pensar na campanha, Oswaldo de Oliveira, 54 anos, tem de resolver um problema: o animal que serviu de base para seu nome eleitoral – Wadão do Jegue do Dente de Ouro (PMDB) – sumiu. "Seqüestraram meu jegue no Natal. Faço um apelo para quem encontrar um jegue sem orelha por aí. Me avisem."

Minha conclusão sobre o assunto: pra quem fica, boa sorte e bom divertimento!!!



Escrito por Eu mesma às 09h21
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Felicidade?

Hoje recebi pela enésima vez um email sobre o texto "Felicidade Realista" (provavelmente do Mário Quintana), com todas aquelas dicas de como TODO MUNDO deve ser feliz. Tudo bem, é um bom auto-ajuda e tal, mas eu acho que cada pessoa tem o seu modo de encontrar a tal felicidade e permitir que o seu próximo também seja feliz com o que te faz bem. Felicidade pra mim, por exemplo, é muito mais do que meia dúzia de palavras bonitas (muito  teóricas por sinal), por isso resolvi fazer a minha lista do que me deixaria realmente feliz por um bocado de tempo (até mesmo porque "não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe!"):
 
 - Acordar e receber um bom dia do pessoal de casa, além de um beijo quando eu sair de casa;
 
 - Receber uma surpresa do namorado antes mesmo d'eu acordar;
 
 - Receber elogios sinceros de pessoas especiais;
 
 - Ouvir um "eu te amo" verdadeiro daquela pessoa que realmente eu gosto;
 
 - Saber que o meu diretor aprova minhas decisões no trabalho e que me acha uma pessoa muito importante para a empresa;
 
 - Trabalhar, ler e escrever o que gosto;
 
 - Fazer um curso que me satisfaça;
 
 - Viajar para um lugar que eu nunca fui;
 
 - Aprender um idioma diferente;
 
 - Descobrir que eu tirei a nota máxima na matéria que eu mais gosto;
 
 - Não ter preocupação com dinheiro;
 
 - Não ter ciúme excessivo e confiar mais nas pessoas;
 
 - Sentir-se querida sem ser carente;
 
 - Ter a oportunidade de conhecer melhor as artes, a música, literatura, os lugares...
 
Bom, lógico que eu quero muito mais que isso e que para conseguir metade ddo que escrevi, dependerei muito da minha vontade (que aliás, deveria ser maior), mas estas são coisas que, se acontecessem, eu não iria precisar ficar sempre procurando uma luz lá no fim...
 


Escrito por Eu mesma às 10h01
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Será que o príncipe virou um sapo?

E eu que achava que já tinha passado por todo tipo de situação e estava em vias de pegar a faquinha do rocambole e passar na linha pontilhada,  me deparo com a seguinte notícia da BBC...
 
Iraniana 'dá à luz' um sapo, diz jornal
 
Larva teria se desenvolvido em sapo dentro da mulher
Uma mulher iraniana diz ter dado à luz um sapo, segundo uma reportagem publicada no jornal Etemaad.
De acordo com o jornal iraniano, a versão foi confirmada pelo ginecologista da mulher, que disse que a menstruação dela estava atrasada em seis meses, quando uma sonografia revelou o que parecia ser um "cisto" no abdômen.
 
Depois de intenso sangramento, a mulher – cuja identidade não foi revelada – teria dado à luz um "sapo cinza".
 
O médico acredita que o "cisto" era a larva do sapo, que teria entrado no corpo da mulher, desenvolvendo-se dentro dela até se tornar um sapo adulto.
 


Escrito por Eu mesma às 09h21
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